Este fim-de-semana foi o momento de "montar" a árvore de Natal. Como no ano anterior o Tomás ainda era demasiado pequeno para se aperceber, só este ano deu verdadeiro valor ao momento. Foi realmente divertido ver a sua alegria a cada enfeite que era colocado na árvore e às luzes que fazem "pisca-pisca", mas nada superou a "têla" (estrela) que está no topo e é brindada diariamente com beijos.
São estes momentos que nos fazem voltar a valorizar como nunca o Natal.
O Tomás tem estado em casa nos últimos dias – desde Setembro que está no infantário –, pois contraiu uma gastrenterite e necessita de cuidados constantes, sobretudo para prevenir desidratação. Como efeito imediato e directo surge a nossa incapacidade de trabalhar, pois ele não só exige a nossa atenção a tempo inteiro, como ainda chega a tomar o nosso lugar de trabalho (terceira foto). Assim, temos tentado tornar estes dias o mais divertido possível (segunda foto), encarando-os da melhor forma que podemos (primeira foto). Aqui ficam alguns momentos passados nestes dias por casa.
Uma das últimas grandes paixões do Tomás tem sido o desenhar. Qualquer pedaço de papel em qualquer lugar serve, mas ele prefere na sala de casa sobre umas cartolinas grandes, ou no colo do pai e mãe de forma a impedir que estes trabalhem.
É muito divertido ver como agarra tão bem no "páli" (lápis em linguagem tomasiana) e como o "papéli" resiste pouco às investidas do artista.
Depois de um longo período de ausência, voltamos às notícias e novidades. Como devem imaginar, temos muita coisa e muitas fotografias para vos mostrar, mas hoje apenas anunciamos o nosso regresso. Nos próximos dias contamos voltar...
Hoje fica um beijinho especial do Tomás para todos, mas sobretudo para a prima Adriana (Dricas) e para a Tia Japa Marina (a dupla que mais insistiu no nosso regresso).
Como já dissemos noutra mensagem, se o tempo ajuda aos Sábados de manhã vamos à feira de produtos biológicos no Parque da Cidade, aqui bem do lado de casa. É sempre uma boa oportunidade de comprar vários produtos agrícolas e fruta de qualidade para o Tomás comer. Aliás, ele já come quase de tudo e bem.
O Tomás já começou a andar agarrado a tudo, e ultimamente tem até tentado libertar uma mão quando andamos com ele. Cremos que já não demorará muito até que comece a andar. Eu já não sei se isso é bom ou mau, porque se agora já é difícil de parar, imaginem quando puder andar soltinho por aí...
Este fim-de-semana que passou foi cheio de acontecimentos: o avô António fez anos, mas como foi passear com a avó ainda não estivemos com eles para dar os parabéns ao "vivo e a cores"; nasceu a Rita, filha do Rui e da Gi, vindo fazer companhia ao irmão João – muitos parabéns à família Meireles Costa.
O Tomás tem andado numa época de test-drive, só que o carro são os pais e ele tem levado o teste aos limites. Ou seja, todos os dias nos desafia por algum motivo e tenta ver até onde resistimos. É um jogo difícil de enfrentar, sobretudo quando a resistência dele é grande e o nosso cansaço não permite sempre acompanhar as motivações dele. Mas faz parte do processo e no final todos rimos das situações.
Na foto está ilustrada a sua última "onda" – andar agarrado aos móveis e tentar passar de uns para outros.
No que respeita a palavras, não houve grandes evoluções para além de desconfiarmos que tem tentado pronunciar Papi e Mami. Mas talvez sejam apenas sons nos nossos ouvidos (modéstia fica sempre bem). Mas nas evoluções registamos:
cá cá cá – pato
(com sons não traduzíveis) – pedir para beber água; dizer que "não está" ou "não há".
O Tomás fez ontem 11 meses e o vídeo é desse dia. Os últimos tempos têm sido uma loucura, pois ele não pára um segundo de um lado para o outro, conforme podem ver no "filminho". A grande paixão dele agora é esse carro de madeira que o primo brasileiro Marcus e a nossa querida tia Neide ofereceram para o Tomás. Não larga este "vrum vrum" por nada, podendo andar com ele a tarde inteira, ou até cair para o lado de cansaço como aconteceu na sequência deste filme (mas não foi captado). Também já diz mais uma série de palavras novas. Segue o extenso vocabulário com a devida tradução: tátá (tartaruga – a que está na cadeira da cozinha onde come) mau, mau (gato) vummm (avião) – enchendo a bochecha de ar uuhmmm (vaca) na, na, na, na, na – quando se aproxima de algo que não pode tocar có, có, có – galinha tá, tá, tá – pato
No passado fim-de-semana fomos aos Jardins de Serralves onde, na quinta, têm alguns animais. Não houve dúvida quanto ao favorito que foram as vacas. Também os cães e os pássaros continuam a ser dos seus favoritos, mas nada ultrapassa a loucura pelos carros e motas.